<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2941919310678097950</id><updated>2012-02-16T16:38:43.355-08:00</updated><title type='text'>Blog do Jung</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdocarljung.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2941919310678097950/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdocarljung.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Carl Jung</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02337139942158544985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2941919310678097950.post-4554406561752669332</id><published>2009-11-05T04:31:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T14:35:27.194-08:00</updated><title type='text'>DIÁLOGO SEMINAL (SEM DUPLO SENTIDO, POR FAVOR)</title><content type='html'>Um dos maiores embates intelectuais do século passado se deu entre Freud e eu. Fui seu discípuloe reconheço que devo muito a ele. Mas eu já não podia aceitar mais a insistência de Freud de que as causas dos conflitos psíquicos sempre envolveriam algum trauma de natureza sexual. Isso é uma visão unilateral e reducionista da motivação humana e seu comportamento.&lt;br /&gt;E, da parte de Freud, ele já não tolerava mais ver meu crescente interesse pelos fenômenos espirituais. Ou seja, os nossos santos não estavam batendo. O conflito foi se estabelecendo aos poucos até que um dia o rompimento foi inevitável. Tivemos uma discussão áspera que acabou  com ele dando-me um unfollow no Twitter e desligando-me do Facebook e do LinkedIn. Atos inadmissíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por muitos anos, mantive a minha firme decisão de não reproduzir o fatídico diálogo. Porém,agora que meus ânimos se apaziguaram, vejo que é necessário lançar uma nova luz sobre o momento que dividiu a psicologia. Creio que os interesses coletivos devem sempre se sobrepujar aos caprichos individuais. Portanto, transcrevo aqui, em nome da ciência, para que sirva de objeto de análise e pesquisa de acadêmicos, profissionais e estudantes, palavra por palavra do diálogo que provocou meu afastamento definitivo de Freud.&lt;br /&gt;– Isso é uma bobagem.&lt;br /&gt;– Não é&lt;br /&gt;– É sim.&lt;br /&gt;– Não é&lt;br /&gt;– É.&lt;br /&gt;– Não é.&lt;br /&gt;– É.&lt;br /&gt;– Não é.&lt;br /&gt;– É&lt;br /&gt;– Não é.&lt;br /&gt;– Deixa de ser recalcado e admita: é.&lt;br /&gt;– Você é o arquétipo do cabeça-dura.&lt;br /&gt;– Hum, você falando em cabeça dura…&lt;br /&gt;– Pronto. Vai dar um jeito de colocar sexo no meio.&lt;br /&gt;– E tem outro lugar?&lt;br /&gt;– Só falta agora falar de mãe.&lt;br /&gt;– Da tua que é mais perua.&lt;br /&gt;– Não põe minha mãe no meio.&lt;br /&gt;– Sabia que seu trauma ia aparecer.&lt;br /&gt;– Pra mim chega, vou embora.&lt;br /&gt;– Vai, vai, vai te catar.&lt;br /&gt;– Vou catar tua cara daqui a pouco, velho tarado.&lt;br /&gt;– Tô com uma pulsão de te dar uma surra.&lt;br /&gt;– Isso é inveja do meu pênis.&lt;br /&gt;– Saia já daqui.&lt;br /&gt;– Com o maior prazer. Vou pegar o primeiro inconsciente coletivo que passar aqui na frente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2941919310678097950-4554406561752669332?l=blogdocarljung.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdocarljung.blogspot.com/feeds/4554406561752669332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdocarljung.blogspot.com/2009/11/dialogo-seminal-sem-duplo-sentido-por.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2941919310678097950/posts/default/4554406561752669332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2941919310678097950/posts/default/4554406561752669332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdocarljung.blogspot.com/2009/11/dialogo-seminal-sem-duplo-sentido-por.html' title='DIÁLOGO SEMINAL (SEM DUPLO SENTIDO, POR FAVOR)'/><author><name>Carl Jung</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02337139942158544985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry></feed>
